As tendências em cerâmica que vêm da arte

XXIII Biennale Internationale de céramique de Vallauris

Não podemos falar da Biennale e da cidade que a hospeda, Vallauris, na França, sem citar aquele que foi o grande propulsor da cerâmica, na década de 1950: Pablo Picasso. Foram sete anos de uma produção frutífera e inspiradora. É assim que podemos resumir a presença dele em Vallauris, entre 1948 e 1955, quando o artista mudou-se para uma pequena casa e investiu em uma antiga perfumaria, a Les Fournas, que ele transformou em seu estúdio. Esse é o lugar onde em 1952 ele também iria criar uma de suas obras-primas, La Guerre et la Paix, um díptico instalado na capela do Château de Vallauris, em 1959. (imagem em destaque)

Foi aí que ele descobriu a sua grande paixão: a cerâmica, produzindo alguns testes no estúdio Madoura, de propriedade de Suzanne e Georges Ramié.

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Sua abordagem com a cerâmica era nada convencional: realizava arquibancadas improváveis com tijolos quebrados, criava argila branca com uma composição incerta e usava a argila como se fosse bronze.

Depois da passagem de Picasso, a cidade e a região tornaramse o principal polo cerâmico da Provence, oportunizando a criação e a realização da famosa Biennale Internationale de Céramique de Vallauris. Picasso viveu grande parte de sua vida na Côte d’Azur, entre Antibes, Cannes, Mougins e Vallauris, em uma época onde o jet-set internacional e as celebrities viviam em sintonia com a arte e seus protagonistas. Na imagem, o artista com Brigitte Bardot em seu atelier de Vallauris.

Picasso And Bardot

PicMonkey Collage

Gelson Radaelli imprime sua arte em rótulos de vinhos

O sistema é da Alumiglass, empresa de acessórios para móveis, com a linha Baby e Kids, da Coleção Design.

Decoração para as crianças pintarem móveis da casa