Casa&Cia - ir para home

Missa de verão

MISSA, DIVULGAÇÃO

Sou devota de Nossa Senhora de Fátima e tudo o que se refere a ela me faz olhar com atenção.Desta vez, o foco é na estampa da CarolW. para a grife Missa, com as cores escolhidas pela Fernanda Mourão.O padrão povoa as superfícies de vestidos, camisas e camisetas.

Dá uma olhada em facebook.com/vouamissa. A linha Santos e Santas habitará a Pandorga, na Rua Miguel Tostes,897,na Capital, onde será o lançamento da coleção, amanhã,às 19h.Oremos.

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Guirlanda de couro

DENI CORSINO, DIVULGAÇÃO

Olha bem.Esta guirlanda tem um toque incomum: foi feita com o couro das peças que a designer Martha Poetsch produziu durante o ano – bolsas,clutches,capas para passaporte,lixeiras de couro para o carro,carteiras para documentos, case para iPad e carteirinhas mágicas.

Ela está se preparando para entrar 2015 com uma linha para casa e escritório.Sua coleção atual está nas lojas do Museu Iberê Camargo e na Pandorga do novo Instituto Ling.Claro que está na rede: www.marthapoetschdesign.wordpress.com

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Cobogó Atoll, criação de Renata Rubim, arremata prêmios de design

SOLARIUM, DIVULGAÇÃO

Bem bonito na Casa Cor Belo Horizonte, o Cobogó Atoll, criação de design de Renata Rubim para a Solarium Revestimentos, em concreto refratário para pisos, arrematou os prêmios Brasil Design Award e o iF Design Award na categoria materiais/textile/revestimentos.

Pois veja a coincidência: o tapete Agreste, criação da designer Vanessa Martins para a Salvatore Tiles & Tapetes, adivinha, além do iF, também foi premiado com o Brasil Design Award. A premiação ocorreu em São Paulo, no Instituto Europeo di Design. Renata também tem uma linha de tapetes Salvatore. Espia em www.salvatoreminuano.com.br

SALVATORE MINUANO, DIVULGAÇÃO

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Brinde consciente

Famintas, Drinque Martirinha

Recebi este artigo e resolvi compartilhar, para a gente ter consciência do efeito que um inofensivo drinque (é a treva!), mesmo um triste brindezinho na comemoração de Ano-Novo pode ter na nossa disposição de manter/recuperar o shape.

Marquei o que julgo mais importante para a gente ter em mente.

Como o consumo de bebidas alcoólicas interfere no emagrecimento

Para muitos, durante as festas de comemorações e encontros entre amigos o que não pode faltar é aquela cervejinha para refrescar. Mas, para quem está tentando diminuir os quilinhos a mais, o consumo do álcool pode ser prejudicial ao resultado da dieta. As bebidas alcoólicas prejudicam o funcionamento do organismo, fazendo com que o mesmo não consiga absorver vitaminas e minerais obtidos através da alimentação saudável.
O álcool interfere no metabolismo, pois o deixa mais lento. “Se você costuma consumir bebidas alcoólicas antes do jantar, por exemplo, o corpo vai trabalhar para queimar primeiro o álcool. Diante disso, os alimentos que foram ingeridos serão transformados em gordura e serão armazenadas”, descreve o médico nutrólogo Fernando Bacalhau.
O etanol, presente nas bebidas alcoólicas, causa uma inibição do hormônio antidiurético, o que gera um aumento do desejo de urinar. Essa ação, no entanto, pode causar desidratação. “A água é fundamental o funcionamento do metabolismo. Ela é responsável pelo transporte de vitaminas, minerais e hormônios, atua eliminando toxinas e ainda melhora o funcionamento do intestino. Portanto, se o organismo não recebe os nutrientes necessários, acaba contribuindo para o aumento do peso”, explica o especialista.
Bebidas alcoólicas são mais prejudiciais para as mulheres
De acordo com o doutor Bacalhau, o álcool é mais prejudicial para o publico feminino. O motivo é que as mulheres têm uma menor quantidade de enzimas, sendo que estas são necessárias para a degradação do etanol. “Esse fator contribui para o aumento de calorias vazias, como o etanol, no organismo. Em contrapartida, deixa o metabolismo menos acelerado e faz com que ocorra um aumento de massa muscular, além de causar desidratação no organismo”, avalia.
Sendo assim, tais fatores aliados à erros cometidos no cotidiano com a dieta, causa uma maior dificuldade para a eliminação dos quilinhos corporais. “Como as bebidas alcoólicas são calóricas, muitos acabam pulando refeições para compensar a grande ingestão da mesma. Porém, isso é um erro, pois faz com que o corpo acumule gordura para ter energia para outros períodos sem alimentação. O ideal é fracionar as refeições em intervalos de três horas. E, claro, se for beber algo, faça em pequena quantidade e lembre-se de se hidratar antes, durante e depois do consumo”, finaliza Fernando.
Fonte – Dr. Fernando Bacalhau, médico nutrólogo.

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Versace para todos

RIACHUELO, DIVULGAÇÃO

A moda para a casa também merece suas coleções fast fashion.E a ideia fica melhor ainda com um atrativo de peso.Pois a Versace para Riachuelo está dentro desse panorama.Trata-se de uma parceria que carrega a top assinatura da estilista Donatella Versace,a primeira dama da maison italiana,e chega à rede nacional na forma de almofadas,conjuntos para a cama e outros produtos a precinhos R$ 49,90 e R$ 399,90. Claro,tem campanha com uma estrela à altura: Adriana Lima.

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Grife + sustentabilidade

ECO-SIMPLE, DIVULGAÇÃO

Já seria bacana o suficiente um tecido assinado pelo Alexandre Hercovitch. Pois tem uma linha na Manjabosco Decor com material composto por 80% algodão e 30% pet. A coleção eco-friendly é da EcoSimple. Bem, mais tem nos sites www.manjabosco.com.brwww.ecosimple.com.br.

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O designer e o seu design

FOTOS DESIGNPRESS.NL E MOOOI, DIVULGAÇÃO

Marcel Wanders, co-fundador e diretor artístico da Moooi Brown,aí está,curtindo a linha Zio,com todo o seu inegável marcante estilo pessoal.A grife faz os adeptos do design delirarem com as produções do seu point em Milão,uma das atrações durante o Salão Internacional do Móvel de Milão.O designer tem obras em museus conhecidos como o MoMA,em NovaYork.

FOTOS DESIGNPRESS.NL E MOOOI, DIVULGAÇÃOConvite para jantar: Este conjunto faz parte da família Zio da Moooi

A locação da foto do ambiente natalino é a loja de Amsterdã, onde,nos dias 27 e 28 de dezembro,terá um evento festivo.Para quem estiver por lá. Espia mais da Moooi em www.moooi.com.

FOTOS DESIGNPRESS.NL E MOOOI, DIVULGAÇÃO

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Natal, Mostra Casa & Cia 2015 e arte

Nesta primeira edição de dezembro, falar em Natal era lei. A dúvida era o que mostrar de diferente em um ambiente natalino com elementos obrigatórios, como o tradicional pinheiro. Parte do grupo de profissionais que o Luciano Mandelli levou à Bahia para conhecer as fábricas da Tidelli, Lisiane Scardoelli tomou para si a incumbência e criou a proposta com uma pegada escandinava. Isso foi possível graças ao mobiliário da linha de interiores da marca que trouxe várias fábricas e designers predominantemente da Região Sul para o andar superior de vidro da loja na Doutor Timóteo, em um dos pólos de décor da Capital. Tudo dentro da ideia de Mandelli de “pensar globalmente e agir localmente”. Falando nisso, nesta edição tem ainda um texto da Lisiane sobre outro tema, bem diverso do primeiro, para a gente ampliar o olhar e se preocupar com a nossa cidade, a partir de exemplos internacionais.

Mostra Casa&Cia 2015

Em breve,divulgaremos tema e local (ai,que vontade de contar tudo!) do evento previsto para maio de 2015.Com isso,retornamos ao período tradicional da Mostra Casa&Cia,o primeiro semestre.Só adianto isto: não será na Zona Sul.

Conexão internacional

Scardoelli e equipe é inovador,pendurado como uma luminária, uma gentileza da artista plástica catalã Eva Montoliu.Eis que a árvore natalina da Galerie Lafayette também está suspensa, integrada aos espetaculares vitrais.No centro da loja,a tradicional árvore gigante de cabeça para baixo encantou a arquiteta Ana Paula Elbling,também,como Eva, amiga de Lisiane e moradora de Lille,no norte da França.Quem tem conexões
internacionais tem tudo,hein?

Da parede ao teto

Plafons ou arandelas Nuage em branco,verde ou vermelho,com 63cm x 54cm de diâmetro e feitos de policarbonato e ABS injetado pela italiana Foscarini podem ser usados na parede ou no teto.Foi isso que me chamou a atenção outro dia,quando estive na Luzes do Mundo,no pólo da Rua Quintino Bocaiúva.São ideais para espaços com pé-direito não muito alto,no caso de serem usadas no teto.

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Depois do trabalho, um pouco de aventura

stand up paddle na Praia do Forte . Foto de arquivo pessoal

Descobri as delícias do stand up paddle. Bem, para ser sincera, transformei a prancha em um caiaque por total pânico de água. Sou daquelas que, para nadar, precisa começar do início a cada estação. Seguir o impulso e se jogar na piscina para se refrescar como qualquer dos demais serem humanos fazem? Só com um professor de natação do lado e, de preferência, com equipamentos de salvamento na borda. Admito que tenho cá meus medos, mas me esforço para conviver com eles e até para superar cada um, pelo menos em parte. Foi o que ocorreu na Praia do Forte, na Bahia, onde estive recentemente com Luciano Mandelli, da Tidelli, e um grupo de arquitetos e designers de interiores (foto em uma das fábricas da Tidelli, perto de Salvador).

foto grupo Tidelli . Foto arquivo pessoal

 

Chegou o momento de curtir uma expedição de remo em pé (por que em pé???!!!???) rio afora. Meus joelhos endureceram, a boca secou, mas nem por decreto eu deixaria de ir. Sentada, bem entendido. O pânico era tal que, ao tentar sentar na prancha (depois que escolheram pra mim a mais estável do universo), errei o movimento, “super à vontade”, eu senti o lodo do fundo do rio na peça inferior do biquíni novo. Sim, eu só havia levado um e branco, com a obra do Oscar Niemeyer estampada, que já havia usado e não secou, pendurado no banheiro do Tivoli Ecoresort. Ai, que saudade!. Sorte que roupas de banho não faltam no centrinho da praia (lá no fundo da foto abaixo) e encontrei um razoável por R$ 100.

Praia do Forte na Bahia . Foto de Eleone Prestes

Rapidamente um dos operadores da tal atividade (fácil, fácil, Luciano me garantiu que nunca ninguém havia precisado ir sentado, que vergonha!) me enfiou cabeça abaixo um salva-vidas e me ajudou a sentar na prancha. Aprendi a seguir em frente e andar de pré em duas frases. Como não adentrar a vegetação ribeirinha do manguezal eu descobri em dois segundos, com um galho gigante vindo em minha direção. Respirando fundo, na medida do possível, com os pés encaixados em um local próprio, lá ia eu rio acima, estaqueada em cima de uma prancha amarela de desespero. Comecei a remar rápido, para acabar logo com aquilo, com medo e vergonha em meio a um grupo de destemidos remando alegremente e conversando. Eu só conseguia avançar. Teve um momento em que me vi so-zi-nha. Olhei para todos os lados e havia alguns à frente e outros bem atrás, fora do meio raio de visão. Foi neste momento em que reuni toda a coragem que me restava e pensei: tenho medo de qualquer água com mais de um palmo e estou sozinha, em uma embarcação desprovida de motor, cuja velocidade e direção dependiam de mim e sem nada que me ligasse a ela (o pessoal em pé tinha uma caneleira ligada à prancha). Esse detalhe era melhor deletar, mas também nunca pensei em fazer nenhuma manobra, curva ou similar desnecessária. Também não pensei em caranguejos, jacarés, monstros do lago, tormentas inesperadas, deslizamentos de qualquer ordem. Não, não. Guardaria toda a minha desgraçadamente escassa energia para algum imprevisto.

Isso foi há 10 dias e até hoje os músculos das minhas panturrilhas não deixaram de doer de pânico (ou será que foi das danças no Souza ou Sousa pós caipirinha de siriguela?). Lembro de quando fui alcançada no rio pela maioria do grupo e via todos vindo DE encontro à minha (in)segurança, quero dizer, a prancha amarela. Mas aí eu já tinha aprendido a navegar, ah se tinha. Sentada, o esforço para ganhar velocidade me pareceu maior, mas a vontade de não colidir com ninguém também era! Quando chegamos em um ponto em que não podíamos avançar (havia bancos de areia ou terra, sei lá! Bah!), fiz um retorno lindo e me pus em marcha para a salvação. Mas não era tudo. Posamos para foto, naquela situação para mim quase vexatória (comprovada na imagem), e seguimos até o final. Eis que, chegando ao ponto de desembarque, tive um surto de coragem e pedi para o baiano:

- Quero ficar em pé nesta prancha.  Sem isso, não desço.

Juro que vi ele rir quando pedi para ter um de cada lado para me ajudar naquela delicada operação. De pé, me sentindo poderosa por frações de minuto, peguei o remo e simulei um pequerrucho movimento. Aí, estava pronta para a expedição. Só que havia acabado o nosso tempo a bordo. Por isso, e apenas por isso, não pratiquei stand up paddle. Que injustiça.

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