A criação coletiva do PAX.ARQ

Foto Bruno Candiotto, Divulgação
Foto Bruno Candiotto, Divulgação

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Victor Paixão é arquiteto formado pela Universidade Mackenzie onde, conforme ele diz, absorveu também uma visão mais técnica, voltada para a engenharia. Paula Sertório também graduou-se em arquitetura, pela FAAP, mas o local a levou a uma imersão pelo mundo das artes plásticas. Dessa fusão, entre projetos de arquitetura e peças de design, nasceu o estúdio PAX.ARQ.

E, embora cada uma tenha levado o seu perfil criativo para a nova empresa, hoje, assegura Victor, o trabalho é  totalmente integrado desde o conceito.

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– No início, foi mais complexo para mim entender a escala do design. E também como um mesmo material pode se comportar de forma diferente em um móvel ou em uma estrutura arquitetônica. Porém, hoje eu a Paula já temos praticamente as mesmas opiniões – diz.

Com processo colaborativo, o PAX.ARQ conta com uma oficina própria e colaboradores que permitem uma dinâmica de trabalho que agrada à dupla de fundadores. Lá são produzidas todas as peças. A experimentação é uma das etapas mais valorizadas, e a troca de ideias, uma das prioridades da equipe.
– Uma percepção que eu tive com o tempo é que as melhores coisas que criamos são as que desejamos ter, porque existe um questionamento a partir de uma necessidade real – conta Paula.

As primeiras peças idealizadas pelo estúdio traziam em sua fórmula acrílico e plásticos. Aos poucos, a madeira entrou na lista, hoje com destaque no portfólio, após o domínio de tons e da maleabilidade de cada tipo.

Satisfeita com as matérias-primas, Paula ainda sente-se desafiada por alguns materiais para composições secundárias, como feltro, vidro e pedra.

Amico Mio, Divulgação

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Fotos Omar Freitas

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